Nascida em 1979, Stephanie Clifford dirigiu e atuou em mais de 100 filmes adultos, além de aparecer em outras produções como clipes e posar para capa de revista; ela teria se relacionado com Trump em 2006
Mas afinal, quem é a mulher que pode levar Donald Trump à prisão? Stephanie Clifford nasceu em Louisiana, no sul dos Estados Unidos, em 17 de março de 1979. Criada em meio à pobreza, ela se mudou para a Califórnia quando era adolescente, começando a trabalhar como stripper aos 17 anos. Seu primeiro trabalho na indústria pornográfica foi em 2001 e, desde então, ela também dirigiu e produziu diversos filmes do gênero. Em 2004, ela chegou a conquistar o Prêmio de Melhor Revelação do Adult Video News. Ao longo de sua carreira, a atriz estrelou e produziu mais de 100 filmes, além de posar para revistas como Penthouse e Playboy. Fora da indústria pornográfica, Daniels soma algumas aparições públicas, como no clipe da música “Wake Up Call“, da banda Maroon 5, no filme “O Virgem de 40 Anos”. Sua última aparição em filmes aconteceu em 2016. Em 2019, ela assumiu sua bissexualidade e, atualmente, é casada com o também ator pornográfico Barret ‘Blade’.
A relação sexual com Trump aconteceu em 2006, quando o ex-presidente e a estrela pornô se cruzaram em um torneio de golfe em Lake Tahoe, no oeste dos Estados Unidos. Na época, Trump tinha 60 anos e acabava de ter seu filho com Melania. Já Daniels tinha 27 anos na época. Para seduzi-la, Trump teria dito que Daniels era “especial” e oferecendo uma participação no programa “O Aprendiz”, o que não se concretizou. Enquanto Daniels confirma que os dois tenham passado a noite juntos, Trump nega ter tido relações sexuais com a atriz, acusando-a de ser “vigarista”. Após a eleição de Trump, passaram-se meses sem que o caso viesse a tona, até que o The Wall Street Journal expusesse o caso em janeiro de 2018.Em março, Daniels foi a Justiça para anular o acordo de confidencialidade firmado anos antes.Ela começou a aparecer em clubes de striptease em uma turnê chamada “Make America Horny Again” (“Deixe os Estados Unidos com tesão de novo”, em tradução livre), fazendo referência ao slogan de campanha de Trump.
Tags
mundo
